sexta-feira, 25 de julho de 2008

pra deixar o coração bater sem medo...!

nuvem cigana, marina machado.

Se você quiser eu danço com você
No pó da estrada
Pó, poeira, ventania
Se você soltar o pé na estrada
Pó, poeira
Eu danço com você o que você dançar

Se você deixar o sol bater
Nos seus cabelos verdes
Sol, sereno, ouro e prata
Sai e vem comigo
Sol, semente, madrugada
Eu vivo em qualquer parte de seu coração

Se você deixar o coração bater sem medo

Se você quiser eu danço com você
Meu nome é nuvem
Pó, poeira, movimento
O meu nome é nuvem
Ventania, flor de vento
Eu danço com você o que você dançar

quarta-feira, 16 de julho de 2008

pode cre, tamo aqui pra se fuder.

Eu não vou parar de xingar pra poder competir com esses caras que não são dez por cento do que eu faço. ~ udr.


udr é uma bosta, mas consegue me divertir. (por 30 segundos).
mas a questão nem é a música, é a frase.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

saudade dela...




Outras Frequências

Engenheiros do Hawaii

seria mais fácil fazer como todo mundo faz
o caminho mais curto, produto que rende mais
seria mais fácil fazer como todo mundo faz
um tiro certeiro, modelo que vende mais

mas nós dançamos no silêncio
choramos no carnaval
não vemos graça nas gracinhas da tv
morremos de rir no horário eleitoral

seria mais fácil fazer como todo mundo faz
sem sair do sofá, deixar a ferrari pra trás
seria mais fácil, como todo mundo faz
o milésimo gol sentado na mesa de um bar

mas nós vibramos em outra freqüência
sabemos que não é bem assim
se fosse fácil achar o caminho das pedras
tantas pedras no caminho não seria ruim

segunda-feira, 16 de junho de 2008

natural born to eachother

assim simples: calibre 12, estradas, e um amor.
[e essa minha vontade de cair nesse mundo...]
sequestre-me por favor

domingo, 1 de junho de 2008

refúgio

ela fugindo de algum outro bicho, e eu fugindo do mundo.


nada boba essa joaninha... (né, nêgo?)



[bubysloveso]

domingo, 11 de maio de 2008

quinta-feira, 8 de maio de 2008

nissin freud

Tudo sempre começa em tardes de chuva. Minhas caminhadas entre as árvores da usp ribeirão, ou por entre a confusão do centro têm me mostrado muita coisa, muito mais que qualquer terapia caríssima e estranha. Me lembra aquilo que já cantava minha amiga Elis, “eu quero uma casa no campo”. Aquele formigueiro de gente com seus guarda-chuvas abertos, aquele poço de hipocrisia e charlatanismo, aquela angústia com a qual eu tenho de (con)viver sob as condições mais entristecedoras. Eu lembro quando eu sonhava que ia fazer o que queria, o que gostava. Aliás, eu lembro quando eu ainda sentia o gosto verdadeiro das coisas. Agora eu vejo o miojo sem tempero que se tornou essa vida ribeirão-pretana-universitaria-uspiana-do-caralho.

Que seja.

Resolvi tirar férias. Adeus festinha ridícula, adeus futilidade universitária, adeus fases orais, anais e complexos de édipos! A psicologia encheu meu saco não só pela faculdade ser uma bosta, pq eu descobri que o negócio não dá certo mesmo. DEFINITIVAMENTE, não é a minha praia, e eu nem acredito mais na baboseira dos clínicos de divã e outros charlatões. Não me importo mais com a sua infância, sua relação com sua mãe ou se você pressionou a barra 2. O que me importa é que eu me declarei de férias da absorção de conhecimento inútil e que não me diz nada. Não tenho lido texto nenhum – aliás, desde o ano passado não li praticamente nada, não faço trabalhinhos ridículos, não faço dever de casa pq isso eu fazia quando estava na 8ª serie, não me dou ao trabalho de concordar ou discordar. Minha apatia/afasia/anedonia ou seja lá o que for tomou conta da vida acadêmica, então estou me despedindo dela com um “salve, até nunca mais”. O que eu faço então? Vou na aula. Faço alguns relatórios e/ou outras coisas impressindíveis pra que eu não pegue mais dp’s. Pq de resto, foda-se. Ainda não estou largando a facul definitivamente, mesmo pq agora não tem jeito, mas até o fim do ano... eu ponho tempero nesse miojo. E com pimenta.