
domingo, 11 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
nissin freud
Tudo sempre começa em tardes de chuva. Minhas caminhadas entre as árvores da usp ribeirão, ou por entre a confusão do centro têm me mostrado muita coisa, muito mais que qualquer terapia caríssima e estranha. Me lembra aquilo que já cantava minha amiga Elis, “eu quero uma casa no campo”. Aquele formigueiro de gente com seus guarda-chuvas abertos, aquele poço de hipocrisia e charlatanismo, aquela angústia com a qual eu tenho de (con)viver sob as condições mais entristecedoras. Eu lembro quando eu sonhava que ia fazer o que queria, o que gostava. Aliás, eu lembro quando eu ainda sentia o gosto verdadeiro das coisas. Agora eu vejo o miojo sem tempero que se tornou essa vida ribeirão-pretana-universitaria-uspiana-do-caralho.
Que seja.
Resolvi tirar férias. Adeus festinha ridícula, adeus futilidade universitária, adeus fases orais, anais e complexos de édipos! A psicologia encheu meu saco não só pela faculdade ser uma bosta, pq eu descobri que o negócio não dá certo mesmo. DEFINITIVAMENTE, não é a minha praia, e eu nem acredito mais na baboseira dos clínicos de divã e outros charlatões. Não me importo mais com a sua infância, sua relação com sua mãe ou se você pressionou a barra 2. O que me importa é que eu me declarei de férias da absorção de conhecimento inútil e que não me diz nada. Não tenho lido texto nenhum – aliás, desde o ano passado não li praticamente nada, não faço trabalhinhos ridículos, não faço dever de
casa pq isso eu fazia quando estava na 8ª serie, não me dou ao trabalho de concordar ou discordar. Minha apatia/afasia/anedonia ou seja lá o que for tomou conta da vida acadêmica, então estou me despedindo dela com um “salve, até nunca mais”. O que eu faço então? Vou na aula. Faço alguns relatórios e/ou outras coisas impressindíveis pra que eu não pegue mais dp’s. Pq de resto, foda-se. Ainda não estou largando a facul definitivamente, mesmo pq agora não tem jeito, mas até o fim do ano... eu ponho tempero nesse miojo. E com pimenta.
Que seja.
Resolvi tirar férias. Adeus festinha ridícula, adeus futilidade universitária, adeus fases orais, anais e complexos de édipos! A psicologia encheu meu saco não só pela faculdade ser uma bosta, pq eu descobri que o negócio não dá certo mesmo. DEFINITIVAMENTE, não é a minha praia, e eu nem acredito mais na baboseira dos clínicos de divã e outros charlatões. Não me importo mais com a sua infância, sua relação com sua mãe ou se você pressionou a barra 2. O que me importa é que eu me declarei de férias da absorção de conhecimento inútil e que não me diz nada. Não tenho lido texto nenhum – aliás, desde o ano passado não li praticamente nada, não faço trabalhinhos ridículos, não faço dever de
casa pq isso eu fazia quando estava na 8ª serie, não me dou ao trabalho de concordar ou discordar. Minha apatia/afasia/anedonia ou seja lá o que for tomou conta da vida acadêmica, então estou me despedindo dela com um “salve, até nunca mais”. O que eu faço então? Vou na aula. Faço alguns relatórios e/ou outras coisas impressindíveis pra que eu não pegue mais dp’s. Pq de resto, foda-se. Ainda não estou largando a facul definitivamente, mesmo pq agora não tem jeito, mas até o fim do ano... eu ponho tempero nesse miojo. E com pimenta.
clan.destinos
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam
Ilegais
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